domingo, 3 de outubro de 2010

A ideologia do "falta"

Em Portugal, em que toda a gente se vê dividida por classes sociais, habilitações, recursos e resultados, a ideologia do "falta" parece ser a vigente.


Falta-te voz.
Falta-te familia.
Faltam-te amigos.
Falta-te dinheiro.

Em Portugal falta sempre alguma coisa. Mas porque não falta nada.
A falta em Portugal é apenas um motor. Uma maneira de põr as coisas a andar. Faltar é uma ilusão o exercicio da necessidade que faz com que os portugueses se mexam.

Falta-te sempre alguma alguma coisa no país de Falta.
O país de falta adora propagar a sua falta, e tão propaga que acabou por faltar a si mesmo.

Mas não falta nada a Portugal, não falta luz nem sol. Nem lua nem noite, não falta dia nem comestíveis. não falta ciencia nem arte, musica ou politica.
Em Portugal não faltam livros nem pobreza, para ser redimida e remidiada.
Não faltam be,m sucedidos e embrobrecidos que se levantarão.

Em Portugal falta alguma coisa?
À vida falta alguma coisa?
à VIDA em Portugal alguma vez faltou alguma coisa?

sábado, 2 de outubro de 2010

Sabotagem? Obrigado.

Eu sabia que há dor nos escravos que se dão ao trabalho.

Parece que há alguem não gosta de pensar muito.
Parece que quem goste mais de ser escravo do que investigar a fundo.
Parece que há quem goste de ter escravos e se baseie na ideologia do "trabalho" nenhum para se consolar acerca do que nunca se lhes ocorreu.

Decididamnte descobri que os meus posts acerca da Bielderberg e do IEFP causaram mossas em muita gente. Talvez demasidos mentais que julgam os seres vivos a partir do seu miserável status.

Decididamente este blog está a criar mossas nos cadáveres que eu pensava estarem enterrados, afinal ainda vagueiam rotos pela Internet.

Infelizmente a sabotagem não teve sucesso.
Mas não descansem, continuem a sabotar quem pensa o que pensa, porque quem é diferente é quem faz sabotagem.
Não eu.

E Deus e Jesus Cristo vos abençoe, porque fazem parte do necessário negrume a que vós prórios vos condenais.

Anjo do dia: YERATHEL.

Luz, amor, verdade e sabedoria.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A fraude na ideologia da crise.


A banca está a empolar uma fraudulenta crise como a que despoletou a II guerra mundial ao ameaçar as populações com a sua própria insolvência.

A banca sabe como manipular as populações, porque as populações atrvés da banca vivem condições de vida artificiais.

Em 1939 foi o mesmo. Hitler usou a crise de 1929 dos Estados Unidos para reparar e concentrar a população no exterminio de parte da população.
Que é o que se prepara a Europa para fazer.

Sócrates o miudinho, está ao serviçço de organizações estrangeiras obscuras - a Bielderberg - que o apioaram e elegeram como boneco manipulador das forças sociais portuguesas. Os media acompanham a mesma telenovela e a agenda que a Bielderberg se propôs criar na Europa e em portugal atrav+es de uma agenda politica artificial, num protagonista a que se chama estado.
A Bielderberg esqueceu-se de uma coisa, o Estado não existe, é uma ficção de economistas fechados. O estado nunca existiu. Foi em nome do Estado que se mataram sempre milhões de vidas.
  • Roma: o Estado matou cerca de 16 milhões de escravizados cristãos e conquistados.
  • reinos da Idade media: o Estado ao abrigo de uma pretensa lei de deus matou 19 milhões de pessoas.
  • Russia: em nome de um estado, são os czares que geraram as "purgas" 1ue levaram ao exterminio de mais de meio bilião de vidas-
  • Estaline: em nome de um estado comunista; estaline matou 40 milhões de russos, já não contando os alemães.
  • Hitler exterminou 6 milhões de judeus
  • Sarkozi deportou 3 mil ciganos
  • Os faraós escravizaram e mataram 20 mil judeus
  • na persia foram esterminados 500 milhões de dissidentes.
  • A china de Mao Tse Tung matou cerca de 15 a 20 milhões de chineses
  • A china de Mao Tse Tung têm as prisões mais cheias de todo o mundo, calcula-se que 7 a 8 milhões de dissidentes chineses estão presos.
  • a Coreia do Norte matou um decimo da população para ver o seu regime fundado.
  • Castro eliminou tudo o que era opsição ao seu feudo.
  • Na america Latina Pinochet e tudo o que era contra regimes ditatorias aniquilaram mais de 10 milhões de pessoas.
  • Ao todo os regimes comunistas aniquilaram 10% da população mundial, sem qualquer oposição mundial.
  • Os muçulmanos ainda hoje rezam a um Corão onde é literalmente instigada a morte a qualquer cristão, e onde é dito que em nome de Alá os povos conquistados devem pagar uma parte do seus rendimentos ao conquistadores, ao Corão obviamente.
  • Os povos que se baseiam no Corão mataram só no seu território ao longo de 2000 anos mais de 3 biliões de vidas, em nome de um deus louco a quem chamam Alá. Subjugaram mulheres e culturas e deu no que deu.
  • Na India continuam a ser mortos diariamente milhares de pessoas subjugadas pela pobreza e pela sociologia da condenação.
  • No Mexico, e na Colombia o narcotráfego é a desculpa para serem mortos mais de 100 pessoas por dia, por bandos ao serviçço de governos estrangeiros.
  • Na Namibia, Angola, Ruanda, Africa do sul, foram mortos mais de 20 milhões de pessoas não apenas por questões politicas mas por instigação a uma purga, ou limpeza étnica higienista, baseada na etnia.
  • Israel apoia-se em atávicos documentos para propagar destruição á sua volta e nos seus irmãos.

E a ideologia da morte não tem a ver com a criminalidade mas com a óbvia tentativa de reduzir a população mundial em 80%, que é a tarefa a que se propõe a Bielderberg.

Sabe-se que o actual trafego de armas não provem de uma organização criminal isolada, mas de uma organização internacional apoiada por varios países como a Holanda os EUA, Inglaterra e França, países ex-colonizadores.
Foi a mesma organização que deu apoio no armamento a Bin Laden na Guerra do Afganistão, e que usa o mesmo Bin Laden para desculpabilizar os varios atentados de estado previstos. O perfeito Bode expiatório, para a opinião publica.

Não se deve confiar mais em nenhum estado ou qualquer organização vasta. Isso terminou.
A tentativa actual do estado é tentar manter a seu hegemonia em obvia falencia.
A opinião publica não confia mais no estado. È obvio. E o estado quer garantir que isso aconteça para que num ápice de heroísmo recupere repentinamente uma tirania para um estado homogeneizador.
Foi assim que Hitler chegou ao governo: criou-se uma crise, uma trapalhada e resolveu-se a situação a aparecendo de "de repente um salvifico" iluminado: o Fürher.

Mas quem está por trás de toda a agenda politica?

A banca. A louca banca.
A banca consegue manipoular informação para manter os estados "direitinhos" e obedientes. È a banca que está a consumir os seus clientes. Incitando-os ao consumo e à dependência, para que os seres vivos percam as suas capacidade inatas de criarem o seu proprio destino e dependerem de uma instituição bem mais poderosa que o estado.
A banca consegue hoje, como conseguiu ao longo de todo seculo XIX e XX, fazer cair governos e eleger novas tiranias.
Por exemplo toda a hsitória da primeira republica portuguesa não tem a ver com os politicos em si mas com as manipulações que os bancos criaram em volta do regime republicano. Nenhum regime se suporta sem apoio financeiro. A banca percebeu isso e manipulou a primeira republica como bem quis.
Não foi por acaso que Salazar, um financeiro, foi eleito para chefe do governo português durante 48 anos.
Hoje fala-se de uma crise em Portugal e na Irlanda, na Grécia.
Mas são sempre crises financeiras. Não crise de vida. A terra produz as mesmas coisas. O ar é o mesmo e respira-se o mesmo oxigenio. A ideologia da crise tem um propósito: manter uma elite no poder, criando crises que a mesma elite vai resolver, gerando um clima de artificial heroísmo. E assim a perpetuação dos idiotas da elite sempre no mesmo lugar.
O clima de pãnico que os media - ao serviço da Bielderberg - estão a tentar criar é ficticio e artificial, que tem efeitos na população e nas mais valias da banca - por exemplo, é nestes tempos de "crise" que a banca mais acumula dinheiro porque as pessoas poupam mais.
O Banco de Portugal revelou recentemente que nunca teve tanto dinheiro nos seus cofres.

A banca e o estado são os principais agentes de manipulação social (e em certas sociedades também a religião).
Acreditar no estado, na banca e na religião é ser dependente de uma destas instituições, é não ter vida nenhuma, é ter perdido a oportunidade de estar vivo.
É ter embarcado no egoísmo, estar perdido e não saber voltar para casa.
O propósito da banca, do estado e das religiões é estarem ao serviiço das poulações. Mas perceberam que não, que deviam ser as populaçãoes a estar ao servico delas.
Por isso estas crises artificiais vão acontecer cada vez mais até que as populações se emancipem de vez e descarreguem a sua furia em quem confiaram.
Que é o que vai acontecer em muito breve tempo.
Mas lembre-se que quem criou isso não foram as populações mas os artificiais seres obscuros que povoam a banca e o estado, com ajudas de custo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Banca a rota

Os bancos não são lugares financeiros fiáveis, disseram isso pós 11 de Setembro qundo se roubou o ouro da Nova Escócia das caves do edificio 7 do world Trade Center.


As bancos são um jogo. Não são a coisa real.
Ninguem que tem uma vida real está ssociado á banca.
Só vidas informes e de fantasia se associam á banca.
Os bancos não trouxeram mais prosperidade ás populações. Pelo contrario. Os bancos são o desvio e a desconfiança na prosperidade humana.
Os bancos não divulgaram o seu sucesso ou os seus brinquedos, reclamam por isso mais brinquedos e sucesso.
Numa época em que a banca só por si consegue só através dos seus lucros dar de comer a qualquer país durante 10 anos sem retorno, e que se emiscui a isso, dá que pensar.
A banca tem tanto dinheiro que era capaz de matar a fome no mundo num dia, mas não o faz, porque a banca ganha muito mais em não o fazer. Muita gente que se diz que se preocupa com a fome no mundo faz publicidade para a banca, mas só para aparecer noutras jornadas em que não são chamadas.
Os bancos não foram feitos para ajudar populações, mas para as exterminar.
Foram os bancos que financiaram por exemplo Napoleão, a 1ª guerra mundial e Hitler, mais tarde Stalin, Sadam Hussein, Chavez, Castro, e tudo o que é ditador é financiado pela banca.
Onde não há deus há a banca.
A banca não sabe perder. Onde investe é para ter ganhos superiores a 1000%, veja-se o Chile e o Brasil. A China e a Coreia do Sul.
A banca é oprincipal predador, o criador de sentenças, o destronador de governos.
Até que...
O amor condicional não existe.
Foi aí que a banca se retraíu.
Já ninguem gosta mais da banca, ninguem a usa , nem ningum precisa dela.
As pessoas deitaram o dinheiro fora. Deixou de valer. Não trabalharam mais por dinheiro. Nem se ligam por interesses que a banca quis que tivessem.
A banca perdeu dinheiro e o dinheiro perdeu o seu valor.
Até que a banca desapareceu.
Nunca mais nada voltou a ser o mesmo e nem mais nunca ninguem quis ser bem sucedida.

A psicologia é a policia que o estado gostaria de ter

Ninguem precisa de psicologia, isso é um mito de alunos desorientados.

A educação portuguesa é vaga e não tem direcção.
Não tem por exemplo nenhum ministério valido ou uma oposição concertada. Basta olhar para os ultimos 30 anos e avaliar o que fez o estado - e já agora a educação privada - pelas novas gerações.
Ter filhos em Portugal é uma aventura.
Ninguem sabe naquilo em que eles se poderão tornar, não pela sua própria natureza mas pelas vagas esperiências que o estado faz com as crianças, que as familias não controlam.
O estado não quer saber nada de educação, apenas fazer experiências com crianças. Adestrá-las para a forma em podem servir um exército de inteligencia ou um exercito de musculo. Numa eventual guerra contra um imaginário inimigo. (risos)
Por isso criou um ministério da educação onde o experimentalismo estatal pode ser executado sem vigilância. Goebbels tentou o mesmo.
Nesta senda apareceram os psicólogos que disseram ao estado que poderia auscultar os mais "marginais" dos alunos, dando-les "apoio" mas simultanemanete retirando-lhes a liberdade de se emanciparem. Numa especie de lobotomia suave.
Os psicólogos ao serviço do estado são como policias sem armas. Tal como às crianças "marginais" lhes são retirados os meios de emancipação. Os psicólogos em vigencia são como um qualquer Egas Moniz.
Não conheci ou conheço nenhum psicologo que trabalhe para o estado e que esteja a favor da população. Porque isso são pressissas antagónicas.
A psicologia é uma prática, não uma ciência, em favor do exercício do estudo e do controle do comportamento a que chamam conhecimento. Uma especie de policia de elite. E a que o Estado na sua senda autocrática tão bem acolhe.
Porque o objectivo do estado é aniquilar qualquer forma de criatividade social. Qualquer forma de organização, agremiação ou associação social. O estado quer substituir-se a tudo é que é vida. Só não substitui os pássaros porque não aprendeu nem há quem lhe ensine a debicar.
Por isso usa os psicólogos: técnicos de suavização a que por experiência laboratorial universitária foram treinados a ensinarem às populações a não se revoltarem contra os tiranos e opressores. A aceitarem ordens. A aceitarem condições. A assinarem tratados. A serem subjugados.
Os psicólogos são aquilo que Spínola disse em 1970, " a melhor maneira de vencer uma guerra, sem que nos reconheçam por isso".
Os psicólogos são a arma suave dos governos. A aniquilação do cérebro, o controle da mente.
Os psicólogos sstão ao serviço da sua própria tirania, lugar aque aspiram.
Por isso os psicólogos são apoiados em varias dimensões do estado.
Ao contrário de Sociólogos, muito mais criticos, e historiadores, radicalmente criticos quanto á necessidade de qualquer instrumento central de governo.
Não conheço nem um psicólogo com noções de uma vida livre. Todos se debatem com determinações propagadas pelo Leviathan, ou pelas tribos a que pertencem.
Vi psicólogos a defenderem na televisão - por protagonismo cientifico - drogas a adolescentes quando obviamente os adolescentes estavam a sofrer pelas drogas que os psicólogos defendiam que deviam consumir.
Vejo psicólogos a darem apoios a familias "carenciadas" quando essa é uma questão sociológica acerca da emancipação social, que o estado e a economia lhes quer negar.
O Estado e as empresas detestam sociólogos. Porque os sociólogos, quer queiram quer não, são os unicos capazes de devolver as pessoas a si próprias. Mas o estado quer obedientes cães tecnológicos: psicólogos, advogados, engenheiros. O estado adora possuir. Tal como os psicólogos adoram ter: amigos, dinheiro, possidónios que são.
Os psicólogos não são populares. Eles sabem que não são, eles sabem que lhes falta alguma coisa, todos os dias se debatem com essa falta e tentam aspirar a um novo posto que o proprio estado não lhes permite que acedam, que é onde estão os sociólogos, a real formação acerca de uma sociedade em constante mudança.
O que falta aos psicólogos é desparecerem, não da sociedade mas da obstrucção que criaram para si próprios.
Devolver as pessoas a si próprias só historiadores e sociólogos conseguem fazer.
O resto é gamanço, que só os psicólogos demonstraram saber fazer.
Mas os psicólogos temem uma coisa: a liberdade da morte que os sociólogos demonstram ao criar novas formas sociais de emancipação. A morte da vida anterior e o amor pela renovação.

Jorge Sampaio, o atávico, o piorio dos portugueses

Foi Jorge Sampaio quem arruinou Portugal, que conspirou contra os portugueses.
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Sampaio, o predador, nunca teve nenhuma ideia para um país mas para um regime a que por vulgaridade chamou republicano.
Foi Jorge Sampaio quem esteve por trás da conspiração contra Carlos Cruz e Herman José. Porque Jorge Sampaio queria uma republica ás direitas coisa que nenhum artista quer dar a qualquer governo obtuso.
Principalmente porque não existe tal coisa de querer uma republica. os portugueses não querem nenhum regime. Sampaio da sua altiva ignorância e nula sapiência pensou que sim.
Jorge Sampaio veste-se mal tem uma familia em decadência e é avulso em histórias de terror. Jorge Sampaio é horrivel tal como seu canino e obediente irmão que acreditam mais em regimes do que em populações.
Jorge Sampaio, tal como Guterres odeiam Portugal. Querem fama internacional, sonegando as populações que os vestem, não é por acaso que vão ambos a locais onde o povo não os sonsegue suportar.
Guterres que arruinou as finanças de Portugal foi nomeado para uma UNESCO inutil e enferma por uma Angelina Jolie sem poder, fabulosa e inutil.
Sampaio nunca teve nem nunca terá nenhum lugar na história, terá no máximo um lugar sentado na Gulbenkian. À medida que os anos passam espera-se que Sampaio seja mais relegado para a retrete do que para o concerto.
Os idiotas da Republica e da Monarquia arruinaram o país. Os idiotas dos caninos dos jornais fizeram o mesmo. Artistas cuidaram de os apoiar, só Herman José combateu o atavismo de Sampaio.
Nem Pulido Valente teve a coragem de o fazer.
Herman José é o herói nacional pós 25 de Abril, o unico que combateu a treta dos Furtados e dos Capitães de Abril e de toda a mitologia desnecessária que nos deu uma liberdade que já tinhamos.
O 25 de Abril não trouxe liberdade a ninguèm. Porque liberdade é o que é intrinseco ao ser vivo.
O que o 25 de Abril trouxe foi o Vale de Azevedo, o Santana Lopes, o João Pinharanda, e putos agremiados a tribos e a computadores.
Não estimo o 25 de Abril nem por nada. Porque foi um período que marcou a emergência dos novos predadores e das vaidades obtusas.
Por mim, não preciso que politicos me digam o que é a liberdade; porque me senti sempre livre.
Desprezo qualquer politico que me queira dar qualquer liberdade porque liberdade é minha natureza, não preciso que me deiam natureza.

Herman mostrou o que é a liberdade, tal como Miguel Esteves Cardoso, Paulo Portas, Marcelo Rebello de Sousa, Vasco Pulido Valente, e poucos mais muito poucos mais que exercem a liberdade sem contenção neste país de paneleiros de esquerda e de direita, em que Vitorino, Sergio Godinho, Carlos do Carmo, são os panascões de uma vida sem rumo.

Economistas - os comediantes portugueses

Acabar de vez com os ecomnomistas.

Nunca houve mais economia do que sem economistas.
A faculdade de economia não é um um mercado, senão de de seres que se prostituem em prol de ideias que julgam que não têm.
Quando fui estudante universitário circulava a ideia de que as maiores putas eram as estudantes de economia e os maiores paneleiros os seus pais. Mas os homens estudantes de economia nunca poderia ser putas porque eram o mais escroto da sociedade. Ainda hoje são, tal como se fossem engenheiros.

Cada vez que aparece um economista nos media, o o idiota só veicula uma de duas coisas: matéria ou posição.
Quando é matéria o economista revela a parca dependencia e fraca formação que teve.
Mas a maior parte das vezes o economista revela posição, ideológica, não tendo nenhuma ideia para a economia que vive bem sem qualquer economista.
Não conheço, nem há na história nenhum economista que tenha mudado, compreendido ou sido fundamendamental para a economia.
Se os economistas morressem todos a economia continuava.
A economia não precisa de economistas.
São os economistas que precisam da economia.
São os economistas que precisam da população que vive em economia para se valorizarem.
O curso de economia é o curso universitário mais predador e inutil que eu conheço, e o mais ideológico e inutil, porque se baseia em ideias materialistas retrogadas e dominadoras.
Um conjunto de interresseiros, que tendem a arruinar qualquer país.

Na verdade este país está a ser arruínado pela ambição e expectativa de economistas mal formados e deformados pela economia de baú.

A alegada crise Internacional e o esquema Bielderberg para a Nova ordem Mundial.

Não há nenhuma crise internacional. Nunca houve.

O dinheiro não desapareceu.
A alegada confiança dos investidores não despareceu.
O jogo financeiro não mudou, as peças sºao as mesmas e a materia é a mesma.

O que mudou foi a informação e a formação acerca dos novos movimentos sociais. Mais propagados do que nunca e menos propagandeados.
Os novos movimentos sociais são tudo aquilo que os partidos politicos tradicionais não estavam á espera. Nenhuma ideologia nem nenhuma religião. São o diabo numa ideologia da brancura, para além do branco onde só tentava existir branco.
Como controlar estes novos movimentos sociais alegadamente sem identidade - mas com uma identidade fortissima? Com uma fraudulenta crise, criada pelos reguladores que são o estado e as grandes instituições manipuladoras.
Mas o planeta não conhece mais esse dominio a que se chama centralização de poderes. O planeta nunca conheceu nem reconheceu nenhuma ideologia. E a vasta maioria da pouplação já não se reconhece nem em direita nem em esquerda, nem em cima nem em baixo. Nem em pátria nem em falilia, nem em estado ou religião, nem em animalidade ou humanidade. A maior parte da humanidade começa a reconhecer-se como Unidade, não mais como fracção para um qualquer estado vingar apoteosamente e sonegar os recursos individuais em prol de uma pretensa classe e auto proclamada classe politica.
O poder do planeta e dos seus viventes é mais vasto do que qualquer organização economica ou politica. A vida no planeta criou mais vida do que qualquer ideologia.

As democracias do planeta não são mais democracias, mas conjuntos de fezes que são manipuladas por reuniões estrangeiras secretas e internacionais em que a maior das manipoulaçõe se chamam Bielderberg, onde se reunem os maiores frustrados politicos do planeta com poder para elaborar um plano de manipulação de controle e exterminio das populaçãoes.

A intenção de Sócrates

Sócrates não governa Portugal.

Sócrates é governado pelas elites internaccionais - Balsemão e a Bielderberg. O Esquema é tão informal que ninguem se responsabiliza pelo governo de Sócrates, Balsemão dirá que não; irresponsável que foi sempre perante qualquer destino da sua propria vida e da vida do país.

Sócrates não faz mal ao país. Quem faz mal ao país são os portugueses que aceitam e criticam as medidas de Sócrates. Dando importância a um janota obediente, que se veste mal.

As medidas de Sócrates são para embrulhar e deitar fora. Não são para levar a sério. Sócrates nunca leu um livro não sabe ler e mal tem a noção da direcçao da sociedade. Foi por isso que se apoio em sociedades secretas chamadas Bieldeberg, a que já ninguem liga, mas teimam em fazer as suas mossas.

Sócrates ao contrário do que se diz, é o politico que mais se veste mal no mundo, porque não tem nudez para mostrar. E quando tem é uma nudez de outrem, do seu alter-ego. A esposa.

As medidas de restrição de Sócrates.

Sócrates acaba de demonstrar que Portugal não precisa do Estado para nada.

O estado é o maior financiador de sonhos que mais tarde ou mais cedo vai cobrar á realidade do bolso de cada português.
O Estado, é a entidade mais inutil criada por uma sociedade primitiva que não consegue ainda sobreviver sem uma entidade centralizadora chamada estado ou a outra fraude: mercado.
Tanto o mercado como o estado não existem, são apenas folclore. Grunhice. Aquilo a que se chama poder julga que pode ser representado no "estado" e aquilo a que se chama materia julga que pode ser representado no "mercado".
Na verdade nem poder nem matéria são representáveis porque isso não importa para nada.
Poder e matéria são produtis da luz. Não a sua consequência.

Sócrate julga que fez uma mossa na sociedade. Não fez. A unica coisa que Sócrates quis foi querer perpetuar o seu boneco nos media. Coisa que conseguiu, mas como os media não aguentem demasiado tempo a mesma comedia, prepare-se Sócrates para cair em 6 segundos.

Socrates em Nova York



Porque Socrates faz declaralações politicas ao país que o elegeu a partir de um país estrangeiro, a milhares de kilometros de distancia? Porque os EUA? Porque não a Namibia ou Angola? Foi por caso? A sério?
Que medo veicula e dissemina Socrates a partir desta ideia?
De que medo precisam os portugueses para viverem sem Sócrates?
Sócrate não vai ficar na história,ma sjulga que vai e tanto julga que está a tentar criar o perfil do que não vai ficar para a história.
A politica de qualquer tirano ambicioso é a de Sócrates, e a do PS, primeiro governar em pleno, segundo criar uma crise, terceiro resolVê-la. Foi isso que Bush tentou criar com o 11 de Setembro. Instruídos que estão pelas reuniões internacionais da Bielderberg e da politica de governo de massas.

Os portugueses têm medo de viver?

Parece que sim.

O Estado está a instingar um medo no coração dos portugueses. Porque o Estado percebeu que os portugueses não precisam mais do Estado. Este é um movimento que se passa em todo o planeta, apesar das negações de quem ainda se apoia no estado.
Os portugueses perceberam que não precisam mais do estado. E que o estado tem sido o seu unico inimigo.
Os portugueses começam a organizar-se contra a dependencia do estado, ou de qualquer dominação, ou diminuição, social.
Finalmente os portugueses parecem querer emanciparem-se acerca das determinações exteriores quer sejam chamadas estado, mercado ou religião.

As medidas de Sócrates são para a sua própria familia

Aumentar o IVA em 1% é uma medida que Sócrates e a sua mulher vão pagar?
O salário de Sócrates e dos seus acólitos vai ser diminuído?
O carro de Sócrates vai ser desmantelado?
Vão Sócrates e a sua mulher pagarem mais impostos?
Vão os cães obedientes do PS pagarem mais impostos pela insegurança social que acabam de criar aos portugueses?
Vão os autarcas do PS serem mais sociáveis depois destas mediadas de austeridade?
Irão os filhos de Sócrates abdicarem do apoio da Segurança social?
Irão os filhos de Sócrates para uma escola publica?
Precisam mesmo os portugueses da família Sócrates?
Responsabilizo os portugueses que votaram Sócrates pela crise que Sócrates criou e quer resolver, para se perpetuar no poder.
Responsabilizo uma sociedade alegadamente teconlógica e ambiciosa que quis fazer de Portugal um pais sem sentimentos nem emoções. Que quis fazer de Portugal um país sem poesia.
Responsabilizo ex-criminosos que estão a viver vidas como empresários sem terem alegado uma nova dimensão vivencial como a poesia.
Responsabilizo gente a quem o estado concedeu foros de vivencia anti-familiar para que se destruam familiares e que para isso se construam novos ressentimetos em favor de um estado que não existe e contra uma autoridade que nunca o quis ser.

Garanto-te Sócrates:


- que tudo o que fizeres á minha familia farei á tua
- Que tudo o que pensares da minha familia pensarei da tua
- que tudo o que exires dos meus filhos exigirei dos teus
- que tudo que vires, eu te verei
- que tudo o que pensares eu pensarei de ti
- que tudo o que negares em mim eu valorizarei
- e que tudo o que desprezares em mim te levará ao cèu, porque não mais ninguem precisará de ti nesse momento.

Porque eu sou o anjo, aquele que não estavas á espera. E te garanto te hei-de levar nos braços para o colo de quem tu mais odeias, os teus pais.
E por isso choras no teu âmago aquilo que fizeste á população de um Portugal que votou em ti mas que não precisa de ti.

A estratégia de Sócrates

Não é mudança mas desviar a rotina.
O que não é a mesma coisa.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A fraude do Instituto do Emprego e Formação Profissional

Um instituto parasitário numa sociologia dependente do Estado


O Instituto de Emprego e Formação Profissional é uma daquelas inutilidades sociais que nunca deveriam ter sido criadas e por coragem logo extintas.
O IEFP nunca trouxe nada de util quer em termos de investigação quer em termos de exercício pratico da sua existencia para a população portuguesa.
Mas tem uma coisa boa, trouxe utilidade aos burocratas e funcionários caninos e obedientes que lá - dizem - trabalham. E por isso a população livrou-se dessa gente que os encerrou em institutos e por essa via não fazem mais mal a ninguem, uma especie de condenação funcional legitima que a sociedade portuguesa agradece. Apesar de ser caro aos contribuintes.

No entanto o IEFP não funciona, por 4 razões.

1º A ideia de Instituto releva para instituição; o que institui, o que solidifica mas ao mesmo tempo, o que o obstaculiza; o que não deixa; o que não permite.
Só a ideia de Instituo de emprego é logo um obstáculo ao emprego. Eu que trabalhei lá, sei de antemão que no Instituto do Emprego ninguem quer saber da população para nada, mas apenas do seu próprio emprego dentro do próprio Instituto do Emprego.
Sei e vi na politica no IEFP - um instituto obviamente contra a população - que atrasou a população mas fomentou carreiras politicas internas nos dirigentes e nos colaboradores do instituto, e até criou mais obediência canina e politizada nos seus "colaboradores". O IEFP não é um instrumento em favor da população mas um instrumento a favor do carreirismo funcionário.

2º O emprego - ninguem precisa de emprego para nada. A ideia de emprego tem sido a mais demagogica bitola dos governos quando já não sabem governar. Quando um governo se perdeu no rumo diz que está preocupado com o emprego e até fomenta o desemprego para se fazer validar. Nenhum ser vivo precisa de emprego para nada. Repito nenhum ser vivo precisa de emprego para viver.
Mas melhor que eu sabe isso o IEFP, que nunca gerou qualquer nivel significativo de emprego - porque estava mais preocupado em manter e gerir os empregos dos dirigentes do IEFP - obedientes cães politizados pelos partidos.
Eu sei como criar emprego massivamente sem qualquer governo, mas o IEFP, continua a recusar isso porque iria contra os interesses dos autocráticos dirigentes.

3º A Formação - a formação deforma o que já se sabe, e só o quem já se sabe consegue fazer evoluir. Formar é deformar, é retirar, não é evoluir, é adestrar. Ninguem precisa de ser formado para nada, basta exercer o que já se sabe. Só os politicos querem ser formados e formar outros para obedeceram ás suas tiranicas mais valias intelectuais. Por isso Chavez faz programas de 8 horas na televisão venezuelana para formar os venezuelanos.
Graças a Deus livrei-me a tempo e livrei outros do IEFP e da Formação.

4º O Profissional - tudo o que se faz na vida de significativo é por amor, isso é o significado de ser amador, aquele que ama. O amador, aquele que ama, nunca é profissional. Porque quem ama não precisa de rótulos, reconhecimento, nem respeito. o amor é o escudo que afasta qualquer critica ou seta social. Amar é para sempre, não se vive - é impossivel viver sem amar - nem que seja á distância - normalmente numa sociedade subjugada é, mas não na minha - mas o maior amor é pelo proximo e o próximo és tu, "Your inner self" como dizem os ingleses, porque amar o vizinho é amar-se a si mesmo. O vizinho não é o tipo que habita ao lado, é o teu coração. Amar é devolver-se-te a energia.
Ser profissional é ter esquecido quem se é na realidade e passar a ser um sonho de outrem, normalmente um politico tirano ou um dirigente do IEFP com aspirações a sub-secretário de estado. Ou outro idiota qualquer que continuamente não tem gosto por roupa nem pela escrita ou qualquer noção estética acerca da vida.

O IEFP deu um péssimo e nulo contributo á população portuguesa, mas deu um excelente apoio aos governos e ao estado.
Como o estado não se confunde com a população portuguesa, qualquer manobra do estado tende a cair redonda no fracasso.
O proprio mito do desemprego e do trabalho criado por vitimas obscuras, não é real nem sequer é mensurável pelo Instituto de estatística - eu sou sociólogo e sei que o Instituo de Estatística é maioritariamente uma fraude ao serviço do controle da população e não ao serviço da sua emancipação da população.
O "desemprego" de que tanto falam releva de uma obvia observação: o emprego é totalmente desnecessário para se viver uma vida digna e efectiva.
Estar-se empregado, como a palavra revela é estar-se dependente, cadastrado, no prego, á rasca.
A Microsoft foi criada por gente no desemprego. O Google também. A maior parte das empresas de sucesso foram criadas por gente ociosa. Picasso não pintava durante meses. E não fazia nada. Nem se interessava em ir a uma exposição. Beckett, o melhor escritor de sempre esteve anos sem escrever uma linha e dedicando-se apenas em ver jogos de futebol.
Os haikus japoneses - a mais bela poesia de sempre - era paga por imperadores que diziam aos poetas para não fazerem nada apenas escreverem dois versos por ano. E isso era suficiente.
Numa sociedade atávica dependente do trabalho, e fugindo á dor de não se saber quem se é, a "actividade" - ou depressão - constitui um meio de obediência politica ao opressor e ao tirano.
Produz-se demasiado nas sociedades ocidentais. Há demasiado emprego - logo obediência - nas sociedades fugidias que são as ocidentais. Há demasiados artefactos, demasiadas distracções. demasiados objectos. Demasiado emprego.

O IEFP é uma consequência da generalizada parca formação em ciências sociais, quando se deu mais importãncia á praxis politica do que á sociologia politica.
Não é por acaso que colegas meus, baixaria em desempenho sociológico, foram obedientemente aceites no IEFP, onde mais ninguem quer ir.


NOTA: Eu não não me interesso pelo ICS nem pelo ISCTE (onde estudei). Acho que são grémios de gente inutil e dependente do estado que intelectualmente negam, para um dia serem o poder que não são. Não arriscam, nem falham, por isso nunca saberão o que é falhar ou ter sucesso, são gente mental, inutil que os portugueses não deviam pagar.
São os sociólogos dos institutos os verdadeiros tiranos em Portugal, os tais que te falam em verdade mas que te mandam calar quando lhes investigas a vida. Os que te falam em liberdade mas os primeiros a controlarem-te.
Por mim já disse, como sociólogo investigo os alunos e professores da faculdade de Psicologia e investigo alunos e professores de Sociologia - esse é o meu campo de trabalho.
E já verifiquei que a maior parte deles são tiranos com aspirações dominadoras.
E tenho provas.
Não respeito Vilaverde Cabral nem nenhum outro sociólogo que não tenha dado a Portugal um contributo de risco. Vilaverde é para mim o mais atávico dos funcionários, o paradigma da nulidade encostada. Critica e sádica. Sem sexo. àrida Vilaverde é a personagem mais +arida que eu já conheci logo a seguir a Sedas Nunes.

Educação e inculcação

Inculcção é obediência, educação é liberdade.

A sociedade louca enlouqueceu ainda mais.
Tornou-se bonita, adestrada, policial. Libida, idiota e fundamental. E totalmente desnecessária.
A sociedade portuguesa que raramente fez estudos acerca da educação, tirando alguns sociólogos e psicólogos, nunca conseguiu saber o que é a educação. Por isso achou que a educação é um conjunto de regras societais de convivio, onde há maneiras de cumprimentar e de conviver á la helene.
A educação é manifestação do ser vivo, e revelar o que está dentro, não reproduzir o que está fora. Porque fora é o que não há, fora é o que está por fazer.
As classes que vivem por fora, funcionarios, empregadotes julgam que a educação é inculcação que os os seus tiranos opressores lhes deram á mente.
A educação não é INCULCAÇÂO.
Inculcação é o que os governos, escolas, professores, padres, religiões, tecnologia - e até animais de estimação - colocam dentro de ti para que obedeças aos seus sistemas de valores, sem os questionares.
Educação é questionar tudo isso.
Educação é antes de mais não respeitar ninguem.
Apenas amar quem quer que seja.
Porque qualquer pessoa bem educada sabe que ninguem precisa de respeito para nada, muito menos de insulto - o insulto é o produto da inculcação, dos valores da tribo como diminuição da virilidade ou seu aumento, não da educação.
Amar é o reconhecimento a maior forma de educação jamais vista.
O amor nunca nega, reconhece, não é policial nem modista.
Não é profissional, nem belo, nem feio. O amor eleva, devolve, não retira, nem consome, não foge nem paga, recebe e valoriza.
A inculcação resulta de valores tribais, viver como um zulu ou como um profissional, ou interesseiro contra qualquer outro ser vivo.
A educação resulta do reconhecimento das sua proprias decisões acerca de quem realmente se é.

Ser educado é nunca respeitar ninguem nas festas.
Ser inculcado é respeitar toda a gente e acabar por perder a festa.






A pena dos mesquinhos


Os mesquinhos, aqueles que julgam que estão a ganhar têm pena.
Têm pena dos pobres raramente dos ricos. Os mesquinhos têm pena daqueles que não têm o que os mesquinhos julgam que têm.
Os mesquinhos JULGAM que alguem precisa deles para viver.
Os mesquinhos, a raça mais inutil de sempre, que dão apoio a outros para terem uma maneira de viver, têm pena, agremiam-se até têm resultados praticos. E têm pena de quem não os têm.
Mas não deixam de ser mesquinhos, não pensam que o planeta continua a rodar com ou sem a sua presença.
O mesquinho acha-se necessário, convidado.
O mesquinho decidiu ficar separado do resto dos seres, juntando-se a eles, tendo amigos e sendo como eles.
O mesquinho nunca viu o Monte Sinai, mas como mesquinho teria de lá ir para o ver, o mesquinho não sabe que o Monte Sinai é ele mesmo.
Por isso o ser mesquinho viaja, muito. Não sabe que a unica viagem está dentro dele.
Os mesquinhos têm pena dos outros porque gostam que os outros tenham pena dos mesquinhos.
Ser mesquinho é uma qualidade de vida mas não uma opção.

Eis quem perdeu as Chavez

Graças a Deus Chavez tende a desaparecer do mapa. sabe-se hoje que foi muito popular em classes baixas mas não criou nada de novo para as sociedade baixas apenas mudou os personagens para manter o mesmo sistema feudal que Chavez gosta tanto de usar para sua autovitimização e vilania.
Chavez não tem uma aragem, daí os seus programas de 8 horas de aconselhamento publico, CRISTO!
Abençoado CRISTO por nos teres afastado do grunho chavez a mais reles consciência do mercado de peixe da politica.

Invocação ao anjo da guarda


Angele Dei,
qui custos es mei,
me, tibi commissum pietate superna,
illumina, custodi,
rege et guberna.
Amen.