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sábado, 14 de julho de 2012
A fraude e a ruina bancaria continua
P Morgan apresenta perdas de biliões.
O Barclays manifesta mais uma fraude financeira.
A meu ver isto é apenas o que os media conseguem apanhar.
È apenas a rama.
Pior: os bancos precisam desta propaganda da fraude para aniquilar a confiança publica no sistema bancário. Porque em breve, a partir de OUTUBRO, a economia ocidental será totalmente ameaçada.
A economia ocidental entrou literalmente em colapso.
A civilização entrou em ruina. Crianças conduzem automoveis "topo de gama". Crianças tem filhos e acham que se podem substituir no aconchego das crias aniquilando a progenie.
Comerciantes com cruzes ao peito roubam os compradores.
A necessidade financeira e isolacionista é cada vez mais premente, como se o povo se estivesse a refugiar de um medo que não conhece a origem.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Banqueiros presos na grecia
Pela primeira vez alguém tem gulhapos para enfrentar a fraude da "crise" e da "austeridade". Coisas que não existem porque estava tudo planeado. Curiosamente os planeadores estão a levar em cima com os seus próprios planos. Todos os sociólogos sabem isso. Que o planeamento é uma ideologia estalinista, fascista, e totalitária.
Os gregos num acesso de colhões resolveram ir ao centro da emissão da crise grega: os bancos, e a linguagem bancária.
Resultado: os dois principais partidos do poder estão em implosão e o partido que defende que é possivel viver sem "austeridade" está nos píncaros.
O mesmo partido defende a prisão de todos os policias que estiveram na luta contra os gregos e a prisão de qualquer banqueiro envolvido no trafego de derivativos.
Não dá mais do que uns 1500 idiotas gregos que conspiraram contra 9 milhões de gregos. Coisa que os gregos estão dispostos a pagar.
Veremos o que se vai passar em Portugal. Sob a mesma moeda eurótica.
Os gregos num acesso de colhões resolveram ir ao centro da emissão da crise grega: os bancos, e a linguagem bancária.
Resultado: os dois principais partidos do poder estão em implosão e o partido que defende que é possivel viver sem "austeridade" está nos píncaros.
O mesmo partido defende a prisão de todos os policias que estiveram na luta contra os gregos e a prisão de qualquer banqueiro envolvido no trafego de derivativos.
Não dá mais do que uns 1500 idiotas gregos que conspiraram contra 9 milhões de gregos. Coisa que os gregos estão dispostos a pagar.
Veremos o que se vai passar em Portugal. Sob a mesma moeda eurótica.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Elogio da inocência de Carlos Cruz
Carlos Cruz não foi apenas uma vitima da manipulação mediática, foi também usado para desviar a atenção do publico português dos negócios do estado com a banca naquela época e que acebaram por arruinar a economia portuguesa.
A acusação de Carlos Cruz, o caso de pedofilia da casa Pia, bem como o caso Maddie foram manobras de diversão, armas de diversão massiva para desviar a atenção dos media e do publico dos negócios do governo português com a banca. Foi precisamente nessa altura que o estado português se endividou com a banca com joguinhos financeiros que acabaram por arruinar a economia portuguesa - tudo previamente planeado como sabe muito bem o execrável Pinto Balsemão e Maria Cavaco Silva.
Carlos Cruz foi sempre um homem digno, e basta olhar para ele para perceber isso.
O caso de pedofilia da Casa Pia e do caso Maddie são casos tóxicos na opinião publica. percebeu-se isso dada a ineficácia das autoridades em ambos os casos. As autoridades são sempre trapalhonas quando há varias autoridades em cima do mesmo caso, foi o que aconteceu no caso Casa Pia e no caso Maddie, precisamente para manter a opinião publica ocupada com telenovelas mediáticas e para desviar a atenção da agenda politica e financeira.
Interessava ao estado e á banca criar uma agenda mediática que desviasse a atenção do publico para a sociedade civil e não para o governo nem para a banca. A agenda da manipulação politica estava com o caso Casa Pia colocada em acção.
Não é nada de novo, é uma velha estratégia, sem importância em que os portugueses sonâmbulos caíram, e agora estão a pagar por isso.
Nesta entrevista, Daniel Estulin apresenta Carlos Cruz como uma vitima da elite, perseguido por não respeitar os canones da elite. A minha teses vai mais longe: não foi apenas isso mas Carlos cruz foi usado, repito, para desviar a tenção do publico português para os negócios entre a banca e o estado.
Nesta entrevista de Daniel Estulin são desmontados alguns propositos da acusação a Carlos Cruz para perceber como funciona a manipulação mediática e politica aos "desobedientes" que se tornam bem sucedidos na vida.
Mas as teses de Estulin aqui apresentadas estão longe da verdade, porque o que Estulinn quer demonstrar é uma vitimização de Carlos Cruz.
O que eu sugiro na minha tese - propensão para estar eraado - é que Carlos Cruz e o caso casa Pia foi arbitrariamente usado para desviar a atenção dos media da corrupção financeira para um falso escandalo sexual. Durante esse tempo de desvio a banca teve tempo para roubar o dinheiro que quis aos portugueses..
È apenas uma tese a minha.
Mas segundo observadores estrangeiros, foi o que aconteceu.
É uma velha estratégia: quando se prepara um golpe de estado desvia-se a imprensa para a paisagem.
Carlos Cruz foi a paisagem.
Mas as teses de Estulin aqui apresentadas estão longe da verdade, porque o que Estulinn quer demonstrar é uma vitimização de Carlos Cruz.
O que eu sugiro na minha tese - propensão para estar eraado - é que Carlos Cruz e o caso casa Pia foi arbitrariamente usado para desviar a atenção dos media da corrupção financeira para um falso escandalo sexual. Durante esse tempo de desvio a banca teve tempo para roubar o dinheiro que quis aos portugueses..
È apenas uma tese a minha.
Mas segundo observadores estrangeiros, foi o que aconteceu.
É uma velha estratégia: quando se prepara um golpe de estado desvia-se a imprensa para a paisagem.
Carlos Cruz foi a paisagem.
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Pinto Balsemão
terça-feira, 10 de abril de 2012
A ideologia da "crise" - pedagogia para a obediência
Hoje fui ao multibanco levantar dinheiro. Entretanto reparei num anuncio de uma tal Fundação Francisco Manuel dos Santo a quem não me rebaixei, que falava numa "crise", e em que os portugueses segundo arbitrário estudo bebem menos 4,5% de leite.
Para mim são bons sinais porque não gosto de leite. Não estou a ver onde está a crise.
Enquadrado na caixa de multibanco, a mesma sombria "fundação" alertava-me para a mesma "crise". Desta vez não sei a que propósito. Presumo que não seja da crise que permite a tal fundação propagandear objectivos bancários e anticonstitucionais. Tal fundação não vive em crise concerteza, dado o dinheiro que gasta em publicidade. Aliás mesquinhos publicitários são conhecidos por abusar das emoções das populações - mas a isso não se chama publicidade mas propaganda.
Não existe tal coisa chamada crise. O meu pai diz-me que nunca houve nem uma semana em que os media não falassem de "crise". Nem no verão. Historiadores falam do mesmo, que a ideologia da crise tem sido usada como veiculo de propaganda para manter a população adestrada e não criativa. Quando o ódio social vem ao de cima a crise serve para justificar todas as arbitrariedades.
A crise alimenta muita gente, emoções ,medos e estratégias.
Ninguem tem de se adaptar á propaganda, a propaganda que se adapte á realidade.
Na verdade esta propaganda da crise está a tentar inculcar um medo subliminar na consciência dos portugueses, para mais tarde assim que tal vencidade "vencer", podem por fim retirar os direitos sociais e anular a prevalência da Constituição da Republica na organização social portuguesa.
O Objectivo desta fundação é aniquilar a Constituição Portuguesa.. É uma fundação que trabalha contra a população e a republica.
Quem a financia?
Fui verificar...eia, um banco! Surprise!! ...??
A Fundação Francisco Manuel dos Santos, não está em crise certamente, porque é financiada por um banco a que todos os portugueses são obrigados a financiar. Se tal Fundação tivesse uma real estrategia social dedicava-se a financiar a produção e produtores e não a propagar o ódio social através de imutei publicitários que trabalham para a propaganda do Governo Mundial. Contra a soberania individual e as soberanias nacionais.
Ninguem quer conhecer a origem da "crise" mas apenas propagar os seus efeitos para tornar a população ainda mais impotentes sob o jugo da propaganda do estado e dos bancos.
Ninguem quer conhecer a origem da "crise" mas apenas propagar os seus efeitos para tornar a população ainda mais impotentes sob o jugo da propaganda do estado e dos bancos.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos é para mim, uma fundação Hipocrita. No minimo, nazi.
Deus a ajude.
P.S. O Multibanco não tinha dinheiro para servir.
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Propaganda
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Goldman Sacks os assassinos financeiros da europa
Os gestores da crise grega e italiana são quem? Antigos funcionários da Goldman Sacks, a instituição financeira que criou jogos financeiros para gerar uma divida massiva na europa.
Ou seja quem criou a crise europeia está agora a tentar ajudar, e a sugar, os bolsos dos europeus.
Numa massiva conspiração contra a humanidade.
E ninguém faz nada.
Os governos apenas obedecem num atavismo nunca visto.
Nem na Roma de Cesar se viu tanta obediência
Que fique claro, os terroristas são sempre financeiros. Foram os bancos que fomentaram a I e a II gierra mundial e financiaram Hitler e Mussolini. E que fique ainda claro que quem ganhou com a I e a II guerra mundial não foi a população - que perdeu milhões em mortes - mas os bancos e o pensamento higienista - que nunca é limpo.
Na actual europa passa-se o mesmo.
Para já prevê-se - e em certos meios está anunciado - uma quebra do euro da noite para o dia. Um dia o leitor acorda e vê que o dinheiro que tnha guardado, vale menos 40%.Não vale a pena escapar, está mesmo com a corda ao pescoço. e está previsto para fins de 2012.
Porquê?
Porque os bancos desde os anos 80 criaram um joguinho financeiro chamado derivativos que rendeu muito dinheiro a muita gente - inclusive a países, como Portiugal- mas era apenas um esquema. Um esquema artificial financeiro para fazer com que se criasse um sistema artificial - de onde se gerou por exemplo os cartões de credito e o multibanco - para fazer pensar a população que tinham acesso á riqueza financeira. No entanto esse sistema é artificial.
Por exemplo, se todos os portugueses num só dia fossem aos bancos levantar o seu dinheiro, calcula-se que apenas 20% da população vinha de lá satisfeito, com dinheiro real.
Porque os bancos não tem dinheiro real, não tem valor, tem "saldos", "produtos", "jogos", que acbaram por arruinar a própria banca. Por isso idiotas como Marcelo Rebelo de Sousa acham que os portugueses devem financiar os joguinhos financeiros da banca que a irresponsabilidade dos governos portugueses fomentaram.
Os portugueses nunca perceberam, porque os media portuguesinhos disfarçados de "profissionalismo" só transmitem joguinhos de futebolinho, para fazer dos portugueses parvinhos.
Os portugueses apoiados nos media menores e nos seus joguinhos de futebolinho acbaram por perder a sua espiritualidade ou pelo menos não a valorizar. pais apoia-se no status quo para controlar os filhos, escolas apoiam-se numa escola falida para exercerem o seu obtusismo atávico. E quem ganha com isso são os bancos, que se riem dos escravos portugueses nas suas costas.
Na europa já qualquer europeu percebeu que a Goldman Sacks é a tirania. Qualquer europeu sabe que a banca quer acabar com as constituições nacionais e a soberania dos portugueses em prol de um Governo Mundial - que já existe. Onde Marcelo Rebelo de Sousa quer um lugarzinho.
Sabe-se que é assim porque os gestores de crise da divida grega e Italiana eram antigos funcionários da Goldman Sacks, a maior organização terrorista do planeta a par com JP Morgan.
Governo Português odeia Portugal o dinheiro e a economia
Parece que uma lei recente, aprovada em conselho de ministros prevê que nenhum português possa transaccionar acima dos 1000 euros em moeda.
O objectivo é anular a moeda. O dinheiro.
O objectivo é ocultar o dinheiro real. Esconder o dinheiro em bancos.
O objectivo é fazer com que os bancos tenham gradual e total controle da vida privada economica das familias.
O objectivo é o estado esconder a sua propria corrupção.
O objectivo e branquear a corrupção financeira.
O onjectivo é deixar a democracia nas mãos dos bancos.
O objectivo é anular a constituição da republica.
O objectivo é criar uma oligarquia não eleita
O objectivo é criar um estado magalomano e asfixiante.
O objectivo é criar fantasmas.
O objectivo é criar novos criminosos (sem presunção de inocência) - todos os que transaccionam acima de 1000 euros
O objectivo é criar mais obediência.
O objectivo é anular a natural liberdade
O objectivo é gerar mais controle.
O objectivo é criar ódio nas familias e mais violencia domestica.
O objectivo é criar caos para gerar novos gestores de crise.
O objectivo é gerar mais ego.
O objectivo é anular espiritualidade.
O objectivo é gerar mais morte e mais autocondescendencia.
O objectivo é gerar masi sectarismo.
O objectivo é gerar mais ilusões nos humanos e retirar-lhes a oportunidade de criarem e recriarem a sua divina vida.
Eu conheço portugueses que têm mais dinheiro que deus e não têm nem nunca tiveram nenhuma conta bancária. O estado quer controlar essa gente livre obrigando-os a fazer depósitos para que possam transaccionar.
Eu conheço quem tenha mais dinheiro que deus e tenha aberto uma conta "simbolica" no banco só para o estado não os chatear.
Eu conheço gente que não tenha um tusto, mas que consegue apresentar um saldo contabilistico enorme, á custa de golpes simbólicos e informáticos.
Alguém confia nos bancos?
Alguém confia no governo português?
Os portugueses apoiados nos media menores e nos seus joguinhos de futebolinho acbaram por perder a sua espiritualidade ou pelo menos não a valorizar. pais apoia-se no satus quo para controlar os filhos, escolas apoiam-se numa escola falida para exercerem o seu obtusismo atávico. E quem ganha com isso são os bancos, que se riem dos escravos portugueses nas suas costas.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ainda tem duvidas?
É cada vez mais evidente que a sociedade se tornou intolerante porque está cagadinha de medo de dizer alto que foi roubada pelos putos e pelas putas dos bancos.
Os bancos são ocupados por criancinhas - eu sei do que falo - viviadas na obediência e no lucro facil. O seu principal jogo não é devolver as pessoas a si proprias mas manipular-lhes o sustento.
Entraram em joguinhos financeiros, em armadilhas onde eles proprios cairam. Por isso acham que a classe media tem de lhes pagar os devaneios idiotas. Os bancos são como criancinhas que foram jogar para o casino e perderam o dinheiro todo. E decidiram, arbitrariamente, que o pai - estado - lhes deve financiar de novo o vicio do jogo.
Não tem.
Não tem.
São criancinhas porque acreditaram que tem poder. A elite sabe manipular os seus empregados criando uma falsa ideia de poder e uma falsa omnipotencia. A elite nunca perde. Porque se as criancinhas dos bancos ganharem quem ganha é a elite, se perderem quem perde são as criancinhas. As criancinhas dos bancos não são mais do que tubos de ensaio para uma manipulação financeira alargada. na vewrdade quem estar a perder é a elite, mas isso é uma questão espiritual porque o que faz pensar que se "perde" r são os falhados os que realmente nunca ganham em saberem que estão vivos.. Os que propagam a ideologia da restrição.
O objectivo do odio social é confirmar a ruina da classe media e do empreendimento através de discursos fascistas como o da "conquistas de abril". A sociedade portuguesa está tão adormecida que as conquistas de Abril só foram beneficas para a banca, nunca para os "ricos" ou para a classe media, e muito menos para a população geral, e tudo isso através da manipulação do discurso do" trabalho" e das clases baixas. O ódio foi tão grande que quem está a pagar nem sequer é a classe media, mas os agentes do ódio, os carentes e os propagandistas do discurso bancário. Os que elogiaram a carência contra a abundância. As classes baixas e "trabalhadoras".
É evidente quem ganha numa sociedade laxista e intolerante não é a população mas os abusadores e os falsos icones, os falsos lideres. Os falsos políticos os ideólogos.
Portugal não tem remedio, ou se revolta, ou se torna uma população zombie.
Os gregos perceberam isso, porque são educados, e a maior parte da europa está a perceber que foi emganada pela constante inculcação dos eurocratas.
O "medo" é uma ilusão mas parece que ainda há quem pensa que está a ganhar com isso.
Os tecnocratas.
O medo é a ilusão que os tecnocratas geraram para se apresentarem como os salvadores da fraude artificial.
Não tiveram sorte, porque foram os primeiros a cair com os seus jogos infantis e iletrados.
O medo é a ilusão que os tecnocratas geraram para se apresentarem como os salvadores da fraude artificial.
Não tiveram sorte, porque foram os primeiros a cair com os seus jogos infantis e iletrados.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Jovens desempregados alvo da publicidade de cartões de credito
Idiotas bancários ao ataque aos desempregados
Sabe-se que as empresas bancarias de comercialização de cartões de credito elegeram os desempregados para promoverem os cartões de credito .
O objectivo destas instituições não é fornecerem serviços - como o citybank - mas criar e reforçar uma psicologia de carência.
O objectivo das instituições bancárias é trabalhar contra a abundancia e criar uma ideologia de carência. Uma especie de retrocesso mental na psique humana de quando a criança era criança.
Os psicólogos - maioritariamente idiotas - que eu conheço estão a favor da psicologia da carência, têm feito tudo para que a carência se mantenha, num mundo abundante, assim poderão manter os seus clientes e os seus interesses particulares, contra a população.
Infelizmente a carência que eles veiculam, os psicólogos, caiu-lhes em cima. Não perceberam nunca que a ideologia da carência é o resultado da ideologia da separação, que deus não faltou com nada a ninguém, e o que falta é apenas o produto de interesses sociais particulares.
Centrais de estudo do comportamento social - como faculdades e institutos sociais - aperceberam-se disso. Só não se aperceberam que ao pensarem que poderiam manipular o proximo se estavam a manipular a si mesmos. Por isso foram os primeiros a serem engolidos pelo sistema que eles ajudaram a construir. Idiotas que são sem abundância de coração.
O ódio social actual é tão evidente que dá pena. Conheço criaturas que se apoiam numa dor passada há 20 anos para continuarem a propagar o mal. Não se aperceberam que o mal que propagam como vitimas é a si próprias. Dão pena.
Agora os bancos numa atitude cinica querem iludir os desempregados com cartões de credito, em vez de garantirem uma sociedade livre de troca de fluxos monetários. Todo o cartão de credito é uma negação da economia financeira basica, graças a deus há uma nova moeda, que os bancos nem o estado não controlam mais.
Cuidado desempregados com os psicologos e com os fornecedores de cartões de credito.
Deus nos livre dos, do estadp e da psicologia.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Fraude bancária resultado da fraude na engenharia
A banca tem um poder mundial inusitado.
Foi a banca que criou a crise e pagou aos media para divulgarem o "discurso" e o "rumor" acerca da "crise".
Resultou?
Sim, mas não na prática, porque o ser humano é mais resistente do que a propaganda, coisa que Goebbels não previu.
os bancos realmente criaram uma crise. Os bancos realmente estão em crise, porque os bancos criaram produtos artificiais - os derivados - que não resultaram vendáveis num mercado alerta. Por isso os bancos têm em stock uma multiplicidade de ofertas financeiras não vendáveis, artificiais e irrisórias que o mercado real insiste em não aceitar.
Por isso os bancos se querem vingar de uma sociedade que não aceita as suas manipulações.
Como?
Criando uma falsa crise financeira: deixando de fomentar credito e de aceitar debito - o que criou uma imediata crise no imobiliário.
Desde que os governos se aperceberam da paralisia do mercado que não é mais do que uma chantagem da banca obrigaram-se eles mesmos a aceitar uma rendição sem condições exigida pela banca: "ou aceitam os nossos predadores e inóquos produtos financeiros ou arruinamos a vossa economia".
Foi por isso que o orçamento triste, mesquinho e ferreiraleitista foi aceite num parlamento ignorante, mal formado, atávico e iletrado.
Só lembro á sociedade portuguesa isto: queremos uma banca que esteja connosco, ou uma banca que nos manipule?
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