sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O Inferno de cancelar a Internet.

Quando te dão um CD e te dizem que ligar á internet é facil e ráoido, tu quase não acreditas, embarcas no embuste e aí vais. Compras o CD, afinal não é caro, e aí vais.
Ligas a um operador que te chamam otário mas és um "senhor" para eles porque lhes pagas.
Depois passas uns tempos a pagar a esse operador.

Mas quando telefonas ao operador a pedir para cancelar a internet não te dão um CD, dizem, que por razões de segurança precisas de um fotocopia de Bilhete de identidade uma carta e uma justificação. Mas tudo num prazo 15 dias, que pagarás na mesma.

Os operadores da internet são o embuste. Usaram o pretenso isolacionismo para nos colocar em dependência. Esqueceram-se de uma coisa: a internet não é precisa para nada, nunca foi nem nunca será.
A "solidão" e o emprego são ficções e ilusões de uma sociedade triste.

Viva a Internet, que se fodam os operadores da internet.

Graças a Deus já temos hackers que nos fazem ter internet de graça para sempre - á custa dos operadores que cobram dinheiro.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Muita luz

Vinho. Cercar o trafego. Esquecer carecas. Viver em paz. Ver a vida crescer. Molhar o pão.

Tornar a Biblia em Biblio.

Mandar em quem escreveu mandamentos.

Não cobiçarás o homem da próxima.

Não houve mandamentos nenhuns. Só dor masculina. Dor de corno.

Caçar inuteis.
Manter a casa limpa. Querer ser velho ao sol. Perdoar. Levar os locais a casa.
Foder irmãs de predadores.

Casar com o céu. Conhecer deus e casar com o mesmo.
Melhorar a paz. Cuidar de gatos. Respirar no céu e desprezar filmes.
Elevar a sociologia e desprezar a sociedade.
Mandar em deus. Sublevar os anjos. Fazer estupidez. Destronar politicos. Alinhar padres.

Paulo é fraqueza.
Miguel é certeza.
Deus é magnifico.

E magnifica é a certeza desta vida.

Fátima não existiu. Existe.

Adicionar a psicologia ao museu de cera.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

VIDA RECENTE


PSICOLOGIA, És como a canalha

Aqui há uns dias telefonei para o meu irmão para exibir o meu telemovel novo.
O meu irmão de maus humores e geniais apagadas luzes interiores passou a chamada á criança com quem tem dubias crainças.
A chamada continuou muito bem, mas assim que a criança se apercebeu que eu estava a fazer uma chamada a partir de um telemovel novo disse-me que que eu seria "como a canalha".
Presumo que a criança, obviamente tresloucada pelo seu presuntivo e obnoxio curso de psicologia preferia que que eu vivesse trogloditicamente como os seus doutrinarios neuronios.
Tal não aconteceu. Tal criança acha que usar o que se tem é proibitivo e por isso motivo de censura. Tal criança não cresceu muito por isso e recusa-se a deixar crescer quem o prefere.
No sovietizado Portugal "deve-se ser recatado, discreto e não se usar os intrumentos que se tem". Isso fez parte de uma doutrinação que a esquerda fez aos pais da criança, que a levaram, por exemplo, a visitarem as virtudes da Bulgaria e da Romenia feudalista.
Porquê? Control social.
Òbvio que que tal criança é uma daquelas façanhas que andam por aí a produzir sociedade com cursos chamados Psicologia, a exarcebar uma coisa chamada Segurança Social que só serve para financiar governos.
E, para vivificar as virtudes de um estado inexistente, ateu, irresponsável e injusto que não serve a população mas que quer a população ao seu serviço.
Porque doutrinção do esquema de controle social que sovietização propõe é o mais "eficaz" mas simultaneamente o mais anti natural.
Entre a sovietização e o cubismo é só forma.
Mas ninguem quer saber da forma.
Só os que se apoiam e se escravizam por esse "apoio".

WIM WENDERS é algum Palerma?

Desde "Der Himmel uber Berlin" que Wim Wenders não tinha uma ideia tão clara acerca da vida. Talvez seja o melhor filme de Wenders e o melhor que eu já vi tão denso e simples que é.
Eu que detesto cinema e mal suporto os Felinis e os Bergmans, mas adoro o Tarkowsky aceito Allen e desprezo Tarantino, só aceito aquilo a que se chama "carreira" na obra de Wenders.
Sinuoso e claro, mestre de ideias, Wenders provou que não é necessário ao cinema, daí ser o seu principal mestre. Wenders preferiu ser fotografo. Mas por qualquer razão finaceira é impelido para imagens em movimento, qualquer fotografo sabe isso.
Palermo Shooting é, - não a melhor realização, porque não acredito no termo "melhor" - mas a "mouche des anges" em Wenders, o resultado de ter feito amizade com anjos.
Na vida de um mestre há um tempo certo, a que os anjos chamam a certeza da vida. Palermo Shooting revela a essência dessa claridade.
Sem grandes artificios mas com a clareza das profundidades Wenders revela a essencia da imagem, da fotografia, da sapiencia, da sabedoria e da morte num filme unico que se revê sem conta.
è um filme inenarravel e intencionalmente contra a inspiração, é pela expiração.
Um filme para deitar fora, como sempre tudo é.
Porque as melhores coisas são para deitar fora não para reter.

Coitadinho

A pena nacionalista caiu. Morreu. Não tem onde seguir. Não por onde sair. Marou. Entrou pelo cano. Demorou num enterro.
Sem ter feito o seu funeral.
Porque não fez o funeral.
A pena nacional entrou pelo cano. De esgoto em que a vela apagada se esvaiu ainda mais.
Funebres casas, sem amor nem receio voltaram a acender um vela pelo que não veio.
Genios permanecem, inclaras certezas de vida revelam o passado sem vida.
Morrendo sem luz.
E luz é a vida.

Apoio

Os homens na sua vaidade procuram apoio nos outros.
A vaidade dos homens dá-lhes apoio.
A vaidade é uma morta sem cova.

Cuba Libre

È o país mais tirano de todos - um penso higienico é partilhado por todos.

UM BOM 2010

E que todos os dias sejam Sábado.

Para sempre.

Amem.

Os caixões da NOVA ORDEM MUNDIAL

Alex Jones revela o que toda a gente teima em negar.
A NOVA ORDEM MUNDIAL anda a fazer das suas, e ninguém se que desentreter das drogas.

È óbvio que há uma conspiração mundial contra a população baseada em filosofias, ateismos, religiões e velhas propagandas a que se chamam misticismos.

Ninguem precisa mais de distracções.

Liberdade?

É quem eu sou.

E eu sou DEUS.

Tu não és?

Não te drogues tanto.

ENDGAME Googalized

Descobri que os meus ternos seguidores me googalizaram.
Para eles um bom ano de perseguições.

Mas o jogo terminou, meus bons rapazes.

É tempo de abdicarem da velha propaganda e voltarem á vida real.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

OBAMA: O MOVEL da paz

O premio Nobel não tem nenhum prestigio. Porque o prestigio não serve para nada.
É bom que o tenham dado a Saramago e a Beckett. Mas não o deram a Elliot nem a Yeats. Nem a Sá Carneiro. É por isso uma distinção absurda por feitos absurdos. Não o darão a Bresson, a Dore, a Cesariny.
Deram o Nobel a Egas Moniz pela lobotomia, a pior forma de control social - pior que a guerra.
O Nobel é apenas mais uma instituiçãpo de controle.
Dar o Nobel da Paz a Obama é perverso.
Primeiro, reconhece uma instituição chamada governo, convenção social que não existe mas que o premio insiste teimosamente em afirmar. Escondendo o verdadeiro poder que se esconde atrás da cortina. A meu ver este prémio foi comprado pelo governo dos estados unidos.
Segundo, ao reconhecer Obama como pacifico está-lhe a retirar o pessoal investimento que a criatura obsessivamente gerou para uma guerra sem fim chamada Medio Oriente de que o Afeganistão é apenas a fachada de diversão.
Israel deve estar em pulgas por este Nobel. Porque vai contra os impulsos expansionistas e atavicos do zionismo. E do antigo testamento biblico.
Os efeitos deste Nobel vão em favor da biblia, em que se propõe anos de paz por um tirano capaz de unificar religiões e nações. Não é por acaso que a influencia cristã nos governos dos estados unidos é tão intensa. Para fazer cumprir um idiota chamado João, que resolveu escrever uns salmitos.
Obama tem de resolver dois problemas: livrar-se dos cristãos e assim cumprir a profecia de vitimização cristã e adornar a guerra gerando profecias anrigas que os velhos tanto gostam.
A biblia não é um livro fidedigno, mas não se esqueça, que há muita e demasiada criatura que se apoia em escrituras que Cristo tanto se esforçou por destruir.
É por isso que Cristo e Cristão não é a mesma coisa.
Obama sabe isso, por isso não pode recusar o novo MOVEL. Da paz.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Magalhães, o controleiro

O computador Magalhães faz parte de uma conspiração vasta de sovietização, inculcação mental e manutenção do sistema educativo reprodutivo de classes da sociocracia vigente.

Porquê o nome Magalhães?

O nome Magalhães não é nenhuma homenagem ao navegador português, "magalhães" é um nome inutil informal que uma tribo portuense dava aqueles que aparentavam estar loucos ou fora do sistema de control social. "Magalhães" é apelidado aquele a que potencialmente aspirava a um lugar no «MAGALHÂES de LEMOS» famosa instituição psiquiatrica do Porto.
Não mais do que isso.

Por isso o Magalhães é não é mais do que um instrumento simbolico de control social das mentes das crianças a quem o o objecto foi impigido pela sociocracia.

Claro que as crianças vêm isso como um brinquedo, mas os proprios pais e professores que ainda brincam com playstations não têm a massa critica necessaria para verificar isso. Hipnotizados que estão pelo sistema informal de control.

Sá Couto, o fornecedor do abjecto objecto, faz parte do circulo tribal a que me refiro. Por isso o controle social é evidente.
Controlar foi sempre uma tendência atávica das sociedades ameaçadas ou em vias de desaparecimento. Uma maneira de forçar a sobrevivência, neste caso de maquinas.

O Magalhães não passará de um instrumento do regime, é um brinquedo de uma sociocracia diante de um muro.
Todas as sociocracias têm necessidade de controlar e de punir, as alegadas instituições psiquiatricas não são mais do que suaves e hediondos locais de segregação e legitimação da sociocracia vigente.
Magalhães revela bem o instrumento de control social que é. Na verdade é a ilusão de poder que leva a que aspirantes a empresário se inebriem com a facilidade e impunidade com que o regime português cego e delirante se empenha em tornar-se valido. E as crianças que paguem por isso. Vivemos numa sociedade densa, materializada e obscura, que não sabe mais o que signica educação, tecnologia ou apenas SER vivo. E as crianças que paguem.
O estado não existe, mas precisa de façanhas como estas para fazer valer a sua resumida bandeira, com empresários que já não sabem mais para quem trabalham nem para o que servem.
O "magalhães" é a maneira que a sociocracia encontrou para não potenciar os dons da crianças numa educação que já não serve para nada e que deu um passo de gigante na sua inutilidade ao cooperar com facinoras.

Nem o estado português nem os empresários se lembram para o que nasceram. Inuteis, são apenas uns "magalhães".

Que deus os ajude.

Centrão

socialistas & democratas

socialatas & demolistas

sociacratas & demolistas

sociocracia & destruidores

este é o palco.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Uma prisão chamada Liberdade

Há pouco liguei o meu computador para ouvir musica, como tinha uns cd's lá os coloquei para ouvir. Deparei-me com uma banda brasileira com intuitos de liberdade (uns tais Liberando-não-sei-quê) em que as letras eram totalmente racistas, principalmente contra brancos. Até aí tudo bem, desliguei e mandei a banda para o lixo.
Mais tarde no You tube, em investigações que faço acerca da religião encontrei mais sindromes do mesmo tipo.
Parece que o termo "liberdade" é usado como ódio contra os brancos e em prol de uma coisa chamada Corão (aliás o livro mais violento que se conhece).
A mim a liberdade faz-me lembrar o truque do porco que se recusa a comer só para sentir fome.
Os vilões usarão sempre os termos de vitimas para atrair compaixão e tentar - sempre tentar - enfraquecer o que temem.
Eu que até tinha algum respeito pelos muçulmanos começo a ter mais respeito ainda.
É que só respeito aquilo pelo qual me estou a marimbar.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Autaquicas 2009

Quem ganhou?
Os suspeitos do costume.

Porque ganha Rui Rio no Porto?

Primeiro porque a sociedade se tribalizou.
Até 2000 a sociedade portuguesa era flutuante no voto, o pretenso medo, e as constantes ameaças dos manipuladores da economia obrigaram a que uma classe média fraca e mal preparada investisse na continuidade, por pior que pareça.
É um fenómeno que aconteceu em Inglaterra com Blair.
Segundo porque as expectativas baixaram, e mais vale ter o que se tem do que o que não se sabe que se pode ter. Não se vive uma crise de expectativas, vive-se em crise como sempre se viveu. O discurso politico sabe aproveitar muito bem a iliteracia e a grassa ignorãncia dos eleitores.
Terceiro porque os portuenses se demoveram das suas responsabilidades sociais, e preferem acusar os vilãos do que ter uma ideia para uma cidade. Eu vivi no Porto durante décadas e conheço a sociedade portuense.
Quarto, porque a sociedade portuense é tradicionalmente conservadora, não gosta de inovações nem de grandes cores. Prefere as mesmas de sempre.
Quinto, porque a candidata socialista cantou vitória antes do tempo.
Sexto, porque o bloco de esquerda por mais bem intecionado que seja não reconhece outras dimensões sociais para além da miséria evidente e irresoluvel dos bairros sociais.
Sétimo, porque a CDU não tem nenhuma ideia, nem o CDS. Mas isso não é novidade porque nem Rui Rio tem qualquer ideia.

O Porto é dominantemente um mercado, com as suas inclusões e exclusões.
E não passa disso, quem vender o peixe mais barato mesmo que não seja fresco leva a taça.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

DROGA é Respeito e respeitinho

Só uma sociedade opressora exige respeito e respeitinho.
Os anjos que se reconhecem no processo não precisam de se cumprimentarem porque sabem o que está a acontecer.
A sociedade portuguesa perdeu a sua decência valorando-se como superior.
Tempos houve em que a policia tinha valor, hoje a policia é a mais baixa classe social, a par dos traficantes de droga, porque os traficantes de droga são policias que os politicos temem.

A droga do país

O problema da droga não é um problema de consumo.
Não é um problema de Estado.
É um problema da droga de sociedade em que vivemos.
Mas que os politicos com carência de votos relegam para o subterrefugio chamado Estado.