O euro está muito silencioso, não está»?
Incita ao ódio. Porquê?
Primeiro porque o "euro" pensou que podia adestrar populações. Mas as populações perceberam que podem perfeitamente viver sem o "euro". As populaçãoes perceberam que podem viver sem os bancos.
O "euro" está em silencio porque...
Porque há eleições na França, o euro depende do resultado eleitoral na França. Sarkozy está á rasca, tal como o "euro", porque Sarkozy e o "euro" são arbitrariedades politicas, não são a coisa real. Sarkozy e a sociedade francesa não dependem da democracia , mas da eficácia dos media. Não da realidade mas da ilusão.
Lembremo-nos que o objectivo de Sarkozy é arruinar o euro e a França, para legitimar um governo mundial. Em que pode ter um posto eterno á maneira de Luiz XIV. Sarkozy é idiota e ambicioso.
Enquamto isso paises democráticos como a Grecia, Portugal, Irlanda e Espanha vivem crises de democracia, porque se apoiam na idiotice do "euro", porque segundo a europa não podem cunhar as suas proprias moedas. Como a "europa" não existe não se entende como Passos Coelho obedece tanto ao que não existe a não ser porque ele está a ganhar com isso contra a população portuguesa.
Passos Coelho odeia Portugal e a população portuguesa.
A Espanha voltou á tirania. A Espanha está tão perdida que se pensa que só uma aliança com portugal pode ser possivel e voltar a uma monarquia dos idiotas. Contra qualquer democracia e representividade republicana.
Mas as sociedades continuam a debitar relações sem precisar do "euro".
O silencio do euro não cala as sociedades.
PREPAREM-SE: porque assim que os resultados das eleições francesas sejam conhecidas revoltas e tumultos acontecerão por toda a Europa. Coitados dos bancos.
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sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
ESPANHA, a empreendedora
As Scuts portuguesas não são pagas pelos espanhóis.
Porque?
Porque os espanhós são livres, por natureza, fumam em cafés em que é proibido fumar desprezam os fumadores ditos passivos e não aceitam que qualquer minoria lhes dite comportamentos.
Em Portugal não há qualquer movimento social contra a menstruação da esquerda maternal.
Os espanhois não querem mais vir a portugal quando Portugal está menstruado.
Ninguem quer vir a um Portugal menstruado pela Manuela Ferreira Leita, Paulo Portas e zé, o Sócrates.
Portugal foi um pais livre que tende a acabar desde que demos importancia á menstruação fealdade e impotencia de Manuela Ferreira Leite e das suas congeneres em institutos sociais do estado.
O servil estatuto da impotência foi criado pelos atávicos industriais da econonomia de sucesso de Cavaco Silva.
Graças a deus os espanhóis não nos querem mais nem querem pagar as scuts que os portugueses avidamente se prontificam a pagar. Porque a economia espanhola não vive de interesses mas de consignações portuguesas que a constante e eterna menstruação de Manuela Ferreira Leite decidiu acabar.
Emquanto não acabarmos com MFL e todo o parlatório atávico do PSD e do PS, não voltaremos a ter um país. Mas apenas uma dualidade que se baseia na menstruação como clima territorial.
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