Mostrando postagens com marcador DEFICE DO GOVERNO PORTUGUÊS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEFICE DO GOVERNO PORTUGUÊS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Governo Português odeia Portugal o dinheiro e a economia


Parece que uma lei recente, aprovada em conselho de ministros prevê que nenhum português possa transaccionar acima dos 1000 euros em moeda.

O objectivo é anular a moeda. O dinheiro.
O objectivo é ocultar o dinheiro real.  Esconder o dinheiro em bancos.
O objectivo é fazer com que os bancos tenham gradual e total controle da vida privada economica das familias.
O objectivo é o estado esconder a sua propria corrupção.
O objectivo e branquear a corrupção financeira.
O onjectivo é deixar a democracia nas mãos dos bancos.
O objectivo é anular a constituição da republica.
O objectivo é criar uma oligarquia não eleita
O objectivo é criar um estado magalomano e asfixiante.
O objectivo é criar fantasmas.
O objectivo é criar novos criminosos (sem presunção de inocência) - todos os que transaccionam acima de 1000 euros
O objectivo é criar mais obediência.
O objectivo é anular a natural liberdade
O objectivo é gerar mais controle.
O objectivo é criar ódio nas familias e mais violencia domestica.
O objectivo é criar caos para gerar novos gestores de crise.
O objectivo é gerar mais ego.
O objectivo é anular espiritualidade.
O objectivo é gerar mais morte e mais autocondescendencia.
O objectivo é gerar masi sectarismo.
O objectivo é gerar mais ilusões nos humanos e retirar-lhes a oportunidade de criarem e recriarem a sua divina vida.

Eu conheço portugueses que têm mais dinheiro que deus e não têm nem nunca tiveram nenhuma conta bancária. O estado quer controlar essa gente livre obrigando-os a fazer depósitos para que possam transaccionar.
Eu conheço quem tenha mais dinheiro que deus e tenha aberto uma conta "simbolica" no banco só para o estado não os chatear.

Eu conheço gente que não tenha um tusto, mas que consegue apresentar um saldo contabilistico enorme, á custa de golpes simbólicos e informáticos.

Alguém confia nos bancos?
Alguém confia no governo português?

Os portugueses apoiados nos media menores e nos seus joguinhos de futebolinho acbaram por perder a sua espiritualidade ou pelo menos não a valorizar. pais apoia-se no satus quo para controlar os filhos, escolas apoiam-se numa escola falida para exercerem o seu obtusismo atávico. E quem ganha com isso são os bancos, que se riem dos escravos portugueses nas suas costas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A fraude no discurso do Défice.

Um mail preocupante:

"Boa tarde, se quiser ver o resultado da "crise internacional" em Portugal, terei todo o gosto em disponibilizar, no cidadaniaproactiva@gmail.com, o quadro-resumo dos desvios da Conta Geral do Estado face ao inicialmente orçamentado, desde 2000 até 2009, na ordem dos 89,938 mil milhões de euros.
Melhores cumprimentos do Pedro Sousa


MINHA RESPOSTA

Confesso que sou um resistente ás teorias da conspiração mas alguns dados que investiguei nos ultimos anos têm-me indicado um cada vez mais veloz paradigma de bloqueio á criatividade das populações - entre os quais um virus que me aconteceu enquanto escrevia esta mensagem numa primeira versão.
O bloqueio acontece através da tradicionalidade e do folclore.

Tenho investigado todas as teorias dp 11 de Setembro desde 2002 quando descobri uma pequena "nuance" no video transmitido pelo Pantágono em que se se desviar a vista do embate do avião para os edificios - á esquerda - verifica-se que ele muda de côr aparecem janelas e até arvores surgem de novo com o embate. O que revela ser obviamente um instrumento pré-fabricado de propaganda.

Tenho a minha teoria - que são perguntas - acerca do 11 de Setembro que estão AQUI

Amito que a minha intenção é verificar movimentos globais internacionais, mas se a sua tese vai em favor - ou mesmo que não vá - daquilo que eu penso ser uma conspiração internacional de uma elite contra as populações e a natureza por favor revele-me.
Estou interessado em saber os desvios da Conta Geral do Estado face ao inicialmente orçamentado, desde 2000 até 2009.

Não sei quais sãos seus interesses objectivos, mas espero poder colaborar com aquilo que me parece ser uma sua campanha de esclarecimento e de transparência publica.
Trabalhei para o estado e tenho alguma experiência.
Já agora, porque não apresenta o estado a todos os portugueses, quanto custa a cada português ter um presidente, um parlamento e um governo?
E porque não o faz isso comparativamente com outros países e regimes.

Eu acredito totalmente num regime de transparência e claridade, quer em relações pessoais, familias, empresas, governos e federações.

Uma boa noite,

Augusto.