Mostrando postagens com marcador soberania. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador soberania. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Numa soberana luz
Numa soberana luz
demonstro vales
irrisorios
palavras que nunca serão mais do que
desleixos
num poeta que não soube esquecer
a lembrança de perder
Numa soberana luz vivi as graças
de uma luz programada para estar
aqui
vivi num só dia aquilo que eu fiz por ti
para ser poeta é preciso ser Cristo
não ser o infeliz que fez de ti
um umbigo
Numa soberana luz resvalei na materia
mostrei ao mundo aquilo que ele não era
num segundo
da soberana luz
resvalei ao mundo
mostrei-lhes a cruz.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Portugal é uma Soberania, esqueceram-se?
Artigo 1.º
República Portuguesa
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
Artigo 2.º
Estado de direito democrático
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.
Artigo 3.º
Soberania e legalidade
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.
3. A validade das leis e dos demais actos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.
in, Constituição da República Portuguesa , VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Governo Português odeia Portugal o dinheiro e a economia
Parece que uma lei recente, aprovada em conselho de ministros prevê que nenhum português possa transaccionar acima dos 1000 euros em moeda.
O objectivo é anular a moeda. O dinheiro.
O objectivo é ocultar o dinheiro real. Esconder o dinheiro em bancos.
O objectivo é fazer com que os bancos tenham gradual e total controle da vida privada economica das familias.
O objectivo é o estado esconder a sua propria corrupção.
O objectivo e branquear a corrupção financeira.
O onjectivo é deixar a democracia nas mãos dos bancos.
O objectivo é anular a constituição da republica.
O objectivo é criar uma oligarquia não eleita
O objectivo é criar um estado magalomano e asfixiante.
O objectivo é criar fantasmas.
O objectivo é criar novos criminosos (sem presunção de inocência) - todos os que transaccionam acima de 1000 euros
O objectivo é criar mais obediência.
O objectivo é anular a natural liberdade
O objectivo é gerar mais controle.
O objectivo é criar ódio nas familias e mais violencia domestica.
O objectivo é criar caos para gerar novos gestores de crise.
O objectivo é gerar mais ego.
O objectivo é anular espiritualidade.
O objectivo é gerar mais morte e mais autocondescendencia.
O objectivo é gerar masi sectarismo.
O objectivo é gerar mais ilusões nos humanos e retirar-lhes a oportunidade de criarem e recriarem a sua divina vida.
Eu conheço portugueses que têm mais dinheiro que deus e não têm nem nunca tiveram nenhuma conta bancária. O estado quer controlar essa gente livre obrigando-os a fazer depósitos para que possam transaccionar.
Eu conheço quem tenha mais dinheiro que deus e tenha aberto uma conta "simbolica" no banco só para o estado não os chatear.
Eu conheço gente que não tenha um tusto, mas que consegue apresentar um saldo contabilistico enorme, á custa de golpes simbólicos e informáticos.
Alguém confia nos bancos?
Alguém confia no governo português?
Os portugueses apoiados nos media menores e nos seus joguinhos de futebolinho acbaram por perder a sua espiritualidade ou pelo menos não a valorizar. pais apoia-se no satus quo para controlar os filhos, escolas apoiam-se numa escola falida para exercerem o seu obtusismo atávico. E quem ganha com isso são os bancos, que se riem dos escravos portugueses nas suas costas.
Etiquetas:
banca,
DEFICE DO GOVERNO PORTUGUÊS,
Euro,
Governo Mundial,
soberania,
tirania
sábado, 24 de setembro de 2011
João Jardim é inocente, só será culpado em tribunal.
O objectivo do ataque mediático a João Jardim é conspirar contra a democracia e desviar a atenção do publico. O objectivo do ataque mediático de uma imprensa obediente e controlada não é combater a corrupção de João Jardim, senão tinham-se revoltado contra os hediondos gastos nos estadios e na "cultura" do continente.
O objectivo do ataque mediático a João Jardim é destruir a integridade da democracia e do sufragio popular e desviar a atenção da massiva e crescente corrupção financeira e politica na europa. Em que o governo português alinhou.Nem todos os autarcas acertam na suas obras. Toda a gente conhece casos de obras publicas que deram em nada. Mas a maior parte dos autarcas tem aquilo a que se chama assembleia municipal para justificar os seus actos e os tribunais. A isso chama-se democracia.
O massivo ataque mediático a João Jardim tem dois propositos, abater candidatos populares desprestigiando a democracia, e desviar a atenção do publico para a verdadeira corrupção em constituição na europa, que o governo de gestão financeira de Passos Coelho e os media estão a tentar esconder do publico.
O objectivo é dividir ideologicamente o país para evitar - sob ordens do FMI - o efeito grego em que uma imprensa solida está na base da resistencia aos roubos que se quiseram praticar na Grecia pelo FMI e pela banca europeia.
O povo já não é estupido há muito tempo, parece que o fantasma de Passos Coelho insiste na sua estupidez.Portugal vive na miséria por causa dos joguinhos financeiros da banca de que o estado dependia. Quem ganhou com esses joguinhos financeiros foi uma pequena oligarquia mas quem perdeu mais foram, curiosamente, os meus criticos. Como dizia um analista aqui há uns dias, vivemos numa economia em há uns que ganham e que outros perdem, o problema é que são sempre os mesmos a ganhar e a perder, porque o jogo foi viciado á partida.
Mas na verdade não há vitória nenhuma enquanto houver um, apenas um, que esteja a perder. É a ideologia da separação criada pelas religiões e reforçada pelo estado que, ambos, estão a tentar criar o caos social. O país anda agora á caça dos maus comportados, não por uma questão de justiça mas para destruição do valor do voto, por obediência aos que querem destruir a soberania portuguesa que são os que destruiram a economia de Portugal e agora nos querem ajudar.
O jogo é velhinho. Nem é preciso ler história. É um jogo tão risivel que Cristine Le Grand Putain não pára de se rir. É um jogo miserável que nem sequer trouxe inteligencia.
Abro os jornais e televisão e o assunto não passa da domesticidade. Da propaganda, artificialidade do ódio criado pelo estado. Do controle á vida como se fosse necessário pagar a outrem para viver a vida que deus criou.
Os tempos que vivemos não são escuros, escuros são os media e a miseria do medo dos politicos.
João Jardim é inocente, só será culpado em tribunal.
Até lá é apenas diversão dos media e de uma classe merdiatica com medo de enfrentar a realidade e investigar a fundo os factos. Por exemplo, investiguem quanto está a ganhar agora a SIC e Pinto Balsemão, com a sua agenda domestica que evita investiga-lo e deixa-lo impune enquanto se reune com os maiores criminosos na Bieldeberg. É facil desviar para João Jardim, mas reparem que sempre assim foi quando a agenda politica se torna opressiva, com os impostos a subirem sem limite, e sem se saber ainda a causa da crise portuguesa, lá vem o pobre do João Jardim como o diabo da republica portuguesa.Mesmo que João Jardim se vá embora hoje deixa um território invejável, que outros não farão mais do que tentar destruir e/ou apagar. E, temo, sem sufrágio publico.
"Jornalistas", "comentadores" e "Politicos", dais pena.
Já nem vos lembrais da Constituição da Republica Portuguesa.
Etiquetas:
João Jardim,
Media,
Passos Coelho,
soberania
Assinar:
Postagens (Atom)