segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Psiquiatras são assassinos e loucos no louco Hospital de S. João


O serviço de psiquiatria do Hospital de S. João obriga os pacientes a tomar medicamentos sob coação dos enfermeiros e da GNR. A mesma pratica foi executada pelo III Reich quando Hitler obrigava os judeus a tomar medicamentos para comprovar teorias e tornar os pacientes mais doceis. Há mesmo um enfermeiro que "ralha" a quem não tomar a prescrição - deve ser expulso do serviço publico e preso. 

Vi pacientes que entram todos agressivos e que com medicação se tornam doceis, quase sem agressividade. A agressividade - confundida com violência - tem sido na nossa sociedade vista como uma ameaça, mas é o que faz a sociedade humana viver. Os psiquiatras querem retirar a agressividade da humanidade, esquecendo-se que é a agressividade que cria beleza e vida. Os psiquiatras e os psicólogos não trabalham para a população nem para a humanidade, mas para manuais de saúde, publicados por instituições tiranas como a OMS - Organização Mundial de Saúde - que atraves das suas politicas quer apenas reduzir a fertilidade humana e criar um holocausto para diminuir a população em 80%.

Os pacientes da psiquiatria de S. João são prisioneiros. Alguns não o sabem, mas sabem que o são quando lá entram. E os que não sabem foram cerebralmente lavados pela medicação psiquiátrica.
O estado e o ministerio da saude e o Ministerio publico deveria fazer uma auditoria aos hospitais e á obrigatorriedade de ingerir medicamentos, mesmo quando se diz que é para o "seu próprio bem", mas é sempre apenas para o bem da magalomana industria farmacêutica, que á custa dos pacientes está a testar os seus medicamentos.

O estadp, o Ministério da Saúde e o Hospital de S. João estão contra a constituição portuguesa e a a população cada vez que obrigam um paciente a tomar um qualquer medicamento.
Eu fui compulsivamente obrigado a internar-mne no hospital de s. joão sob varias acusações infundadas que eu reagi no ministério publico. 
O estado obrigou-me a tomar sedativos e até chamou a GNR que me agrediu. Não aceitei a medicação e a GNR agrediu-me de novo. Claro que fiz uma denuncia á presidência da republica e ao ministerio publico. O estado usa a força pras farmacêuticas praticadas nos hospitais.

O estado ameaçou-me. Obrigou-me a tomar medicamentos das multinacionais que teimam em reduzir a fertilidade da população através da sua farmacologia. O estado trabalha contra a população o estado deve ser condenado pelo proprio estado, porque eu uso o estado contra si próprio.
Eu, homeopata, recuso-me a qualquer farmacologia. Não aceito as experiencias farmacologicas.
O estado não tem autoridade para intoxicar a população. Os hospitais não tem autoridade - por lei - a usar um farmaco contra qualquer ser vivo. os hospitais tem de ser responsabilizados pela obrigatoriedade ao forçar qualquer paciente a tomar um qualquer medicamento ou injecção.

É obvio que estou a agir legalmente neste sentido contra o Hospital de S. João, a GNR e o Estado por me obrigarem a tomar medicação que eu verbalmente recusei, e ainda me agrediram e me coagiram se o não fizesse.

O estado, o ministério da saude, o hospital de s.João  a psiquiatria e a industria farmaceutica são uma mafia de assassinos de que a população se deve livrar.
A maior parte da população sabe isso e só muito recentemente começou a fazer alguma coisa contra os assassinos da saúde.

Apenas em ressalva - os enfermeiros da ala de psiquiatria de S- João são a mais desdenhosa classe profissional que eu jamais conheci. Nada de novo, dei aulas a enfermeiros e é a pior escumalha que jamais conheci porque tem qualquer coisa a provar e o odio que lhes brilha nos olhos é contra a humanidade. Nunca mais quis dar aular ao ódio dos enfermeiros.

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